Quantidade e qualidade: veja por que passar tanto tempo com os filhos pode não ser tão bom assim

Nem todas as mamães conseguem passar o tempo que gostariam com os seus pitucos. Você se encaixa nessa categoria? São mulheres que trabalham ou precisam conciliar a maternidade com outros compromissos. Mesmo que você disponha desse tempo livre, parece que existe uma voz lá no fundo da consciência dizendo que essa disponibilidade não é suficiente e que, no fundo, você não é uma boa mãe. Esse sentimento de culpa é muito comum, tanto entre as mães que trabalham fora como entre as que ficam em casa, com as crianças. De qualquer maneira, é hora de trabalhar esse sentimento e silenciar a tal da voz que diz que você não é suficiente. E isso não é nenhum recado de livro de auto-ajuda, muito pelo contrário. A ciência garante que a qualidade do tempo que você passa com o seu pituco é muito mais importante do que a quantidade. Essa é a descoberta de um estudo da Universidade de Toronto, que começou em 1968 e avaliou mais de 6 mil famílias. Em gerações anteriores, quando as mulheres ficavam mais em casa, o tempo de dedicação às crianças era de 7h por semana. Atualmente, esse número subiu para 13h semanais, em um contexto de mulheres que precisam lidar com a dupla-jornada, ou seja, trabalham dentro e fora de casa. Por isso, mais do que passar muitas horas com o pituco, é fundamental se dedicar e tornar esse contato ainda mais íntimo. Então, não vale ficar em casa se distraindo no celular ou no computador enquanto a criança brinca sozinha. É aí que a qualidade entra em jogo. Brincar, conversar, contar histórias e dividir momentos de alegria é o que faz diferença no desenvolvimento dos pitucos.

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