OS DESAFIOS DA MÃE DE PRIMEIRA VIAGEM!

Imagino que toda mãe de primeira viagem, possui muitos medos e passa a conviver cada dia mais com a ansiedade, não é mesmo? O problema é que a cada mês de gestação esses dois fatores aumentam drasticamente. O desespero bate e temos a certeza de que não seremos boas o bastante. Com o tempo e com os “palpiteiros” de plantão, a gente percebe que não existe certo ou errado, mas sim que nós mamães, temos que nos adaptar aos nossos pitucos.

A cada dia que passa, percebemos que não se trata de ter experiência, mas sim de amor, carinho e muito cuidado. Nós entendemos o que os nossos pitucos querem e quando querem, e passamos a viver em função dos mesmos. Percebemos também, que nossas mães e sogras, possuem um papel importante em nossas vidas. Principalmente durante a maternidade. São elas que nos amparam, pois essa é a hora que nós mais precisamos de cuidados, já que todo nosso tempo é dedicado exclusivamente aos nossos pitucos.
Foi pensando nesse assunto, que resolvemos convidar Nayana Cagianno Barbosa, uma mamãe de primeira viagem, para nos contar um pouco sobre sua experiência com seu primeiro pituco.

“Como toda mãe, eu sonhava com a chegada do primeiro filho. Minha gestação foi pura ansiedade, porém não senti aquele “brilho” que a maioria das mães sentem. Não amava estar com a cintura enorme (não é questão de vaidade, e sim de desconforto). O que me alegrava era a expectativa de ver o rostinho dele pela primeira vez. De pegar no colo, embalar, amamentar…
Dobrava as roupinhas mil vezes por dia, eu não via a hora de ter ele em meus braços. Então ele chegou, e no dia em que minha bolsa estourou eu fiquei extremamente aliviada.

O que eu não estava preparada era para os novos obstáculos e para as novas emoções. Descobri que palpites são bem vindos quando solicitados, que amiga de verdade é aquela que vem para ajudar, fazer um “papoterapia”, e não aquela que só quer pegar seu recém nascido no colo. Que família faz muita falta, que nem todo choro é fome e que amamentar muitas vezes é mais difícil que parir. Que somos capazes de sobreviver com 30 minutos de sono, e que somos mestres em fazer tudo com uma mão só.

E, mesmo tendo seu tão sonhado filho no colo, todo perfeitinho e saudável, sou capaz de sentir solidão e em alguns momentos, chorar debaixo das cobertas. Para isso ninguém me preparou. Ser mãe de primeira viagem para mim foi ter todos os meus medos reunidos e misturados com a minha felicidade. Mas é também um período muito difícil, que pouco se fala.

A experiência com o primeiro filho é única e individual, pois ninguém tem o mesmo marido, as mesmas amigas, a mesma mãe e a mesma sogra. E toda essa interação resulta em uma experiência única. Chorei, sofri, sorri e amei!!! É uma experiência maravilhosa. Cresci como mulher, como amiga e como esposa. football website names . No dia 23 de abril de 2015 nasceu meu anjo chamado Matheus.

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